original
nevalisca
Não dá pra entender, mas é isso que a gente é. E tu sabe disso. Mesmo que não goste, mesmo sempre indo embora. Você se arrepende e volta. E eu sou idiota mesmo. Porque tenho a mania de ficar te esperando.
Robin and stubb. (via zona-deconforto)
Eu me coloquei em segundo lugar, só pra deixar você em primeiro. Eu passei a amar menos as pessoas, pra poder te amar mais. E em todo lugar que eu ia, eu queria estar com você. Eu deixei todas as pessoas do mundo por você. Porque eu achava que você valia mais do que todas as pessoas do mundo juntas. Eu achava que você era tudo.
Robin and Stubb. (via mequebranta)
E eu sei que você sente o tanto que eu sinto. E eu sei que isso vai soar como um pedido de “não desiste, aguenta.” Mas, pela primeira vez, não é. Você bateu a porta tão forte, que eu pude sentir o baque. A gente nem brigou. Eu nem fiz drama e aquele teatrinho. Você não deu seu discurso de como eu sou complicada, louca, menininha e meio imbecil. Eu sei que eu erro. Que eu sou indiferente e distante. Eu sei que eu sou medrosa. E é isso que me apavora. Porque eu sempre tive medo de palhaço, escuro, fantasma e barata. Mas nada disso chega perto do meu medo de perder você. E se eu tô soando como uma menina egoísta que acha que a vida é uma droga sem você, que seja. Porque ninguém nunca teve coragem de ser pra mim o que você é. Então, deixa eu fugir um pouquinho. Mas deixa a porta aberta, tá?
Ele realmente não precisava de mim pra nada. Quando eu precisava dele pra tudo.
Robin and stubb. (via zona-deconforto)

    - Sabe o que cairia bem em você?
    - Stubb se você me disser que você cairia bem em mim, eu juro que desisto de você.
    - Eu não cairia bem, cairia ótimo. Combino com você.
    - O que? Você tá me zoando, né? Você não combinaria comigo nem se você quisesse muito.
    - Claro que eu combino contigo. Eu sou um idiota, tu não é muito diferente disso.
    - Você é bem idiota, bem mesmo.
    - Sou idiota porque continuo contigo? Concordo.
    - Não. Você é idiota porque é. Sério, eu mereço coisa melhor.
    - Tu é tão teimosa, que não consegue nem aceitar o que tu gosta. Sabe que não vai me largar, mas teima em achar que consegue. Tá vendo como a gente combina? Eu tenho atitudes imbecis, e você tem pensamentos babacas.
    - Sua sinceridade é comovente. O que você não entende é que as vezes você me cansa. E cansa muito. Você é uma porcaria, Stubb. Daquelas que fazem mal pra saúde. Você pode ter certeza que tá longe de ser coisa boa.
    - Já você, é boa até demais. Você é toda chata, toda nhenhenhe. Tu é toda não-me-toque, e eu nunca gostei disso. Se fosse algum amigo meu gostando de você, eu com certeza diria que ele tem um péssimo gosto. Na verdade, falo isso pra mim todo dia. Mas nunca me escuto. E acho que pior do que você, só eu. Porque continuo no teu pé.
    - E você acha mesmo que é uma pessoa fácil de lidar? Você é a pessoa mais ogra do mundo. Tudo o que você sente você esconde. Você é um otário, Stubb. Me perde todos os dias. O problema é que depois você me ganha de novo. É tipo, sei lá. Um ciclo vicioso.
    - Que você gosta.
    - Quem disse? Eu odeio tudo que vem de você. Só não te odeio porque sou idiota. Porque tenho todos os motivos pra te odiar e nunca mais olhar na sua cara. Mas é que… Sei lá. É complicado abrir mão de você.
    - É complicado porque a gente combina, cara. Tu sabe que eu tenho todos os motivos pra te largar de mão. Tu sabe que faz coisa errada, que tá sempre cercada de gente. Mas é que, porra, sou dependente de você pra caralho. E odeio isso na mesma intensidade.
    - Você é um completo idiota.
    - Nem preciso dizer porque a gente combina, né?
E você é aquele meu mapa rasgado. Você é um quebra-cabeça sem as peças. E o meu problema é querer te resolver mesmo sabendo que você não tem solução.
robin and stubb. (via sussurrosdeumanjo)
Porra, eu amo aquela garota pra caralho. Não é complicado, é simples. Me amarro nela. Amo ela sem noção nenhuma das coisas. Mas eu amo tanto essa menina, que eu sou capaz de deixar ela ir embora todas as vezes que ela precisar. Se ela quiser espaço, se ela quiser um tempo. Tudo bem, eu dou. Falo que dessa vez é sério, que eu não vou voltar quando ela piscar os olhos. Mas ela pede com um jeito que só ela tem, cara. Diz que se arrependeu, pede desculpas e me pede pra voltar. Sou o cara mais idiota do mundo, sei disso. Porque eu volto. E é pior quando ela fica quieta. Com aquele ar de menina madura que não se abala com nada do que eu digo. Sabe qual é? Tô sempre no pé dela. Não sei cuidar de mim, mas sempre cuidei muito bem dela. Sei que eu vacilei quando ela diz que cansou. E sei que eu mandei bem quando ela diz que eu sou um idiota. Ela é desse tipo. Vai tentar me fazer acreditar que sabe se cuidar, que não precisa de mim pra nada. E é exatamente isso que eu gosto nela. Esse charme de menina independente com uma pitada de um “preciso de você”. Ela continua me pedindo espaços. Tudo bem, tá aqui teu espaço. Sou tão otário que sou capaz de oferecer uma galáxia e o universo se ela me pedir. Sempre tive vontade de dizer pra ela mandar os problemas pro espaço no lugar dela. Mas é que ela é muito cabeça dura, cara. Ela não tem nenhum pudor em me deixar. “Tchau Stubb, cansei de você.” Pronto. Vira as costas e não dá sinal por cinco dias. Reclama com as amigas, diz que não liga mas quase surta quando me vê com outra. Diz que eu não presto, que eu não sou o cara certo. E é verdade, não vou me meter nisso. Mas é que ela precisa me dar um jeito, entende? Me colocar na linha dura. Mas ela é orgulhosa, cara. Ela diz que é tudo ou nada, ou vai ou fica. Oito ou oitenta. Eu sou cheio de problemas, ela é cheia de solução. Eu sou péssimo em matemática, ela é ótima nas contas. Ela sabe falar francês e eu ainda nem aprendi a falar o português direito. Ela faz curso, eu vou a praia. Ela é certa na medida dela. Eu sou errado em todas as medidas. Mas porra, eu amo ela pra caralho. Já disse isso, não disse? São as circunstâncias. Li um texto um dia desses, tinha uma coisa que me chamou a atenção. “Cara, eu me amarrava nela.” Li essa parte e o nome dela não saia da minha cabeça de jeito nenhum. É que eu me amarro nela. Não tenho meio termo com isso. Sou complicado, impulsivo e difícil de conviver. Não sei tomar decisões e me comporto feito uma criança de 5 anos a maioria das vezes. Mas me amarro nela. Desse jeito difícil mesmo. Desse jeito que nem eu sei explicar o que é. Só sei que toda vez que ela pede um espaço, ela causa alguma coisa aqui dentro que incomoda. Ela causa um puta espaço dentro de mim. E o pior é quando ela diz “é só um espaço, sabe? É só um tempo.” Aí vem tempo, espaço, galáxia e universo. Tudo que ela consegue causar em mim vem como um baque. O que ela faz comigo, ninguém nunca foi capaz de fazer. Ela consegue traduzir até o que eu não digo. E quando decide ir embora a coisa é pior que um chute no saco ou um soco na cara daqueles que quebram o nariz. É foda, essa menina é um problema. Mas é o meu problema. Porque querendo ou não, é a minha menina. A minha garota certa, a minha menina problema. Sabe qual é? Eu me amarro nela, cara.
 Robin and Stubb (via she-fuckswith-you)
O problema é que nem eu nem você temos coragem de admitir nem 5% do que a gente sente.
Robin and Stubb. (via mina-do-sorriso-bonito)